quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

A passos de cágado

É o New York Times que tá dizendo, aqui.

Slow Blogging é tendência.

Tô seguindo!

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Axé pra quem tem fé

Pó pará com pó! Pó pará com pó aê!

Vejam. Tem jeito de piada, mas não é.



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"O presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, disse hoje que seu maior erro nos oito anos em que ocupou a Casa Branca foi dar ouvidos aos relatórios da Inteligência que diziam que havia armas de destruição em massa no Iraque." Daqui.

O maior erro foi dar ouvidos a quem não devia. O segundo maior foi não dar ouvidos a quem devia. O terceiro foi fingir que ter dado ouvidos a quem não devia era o que realmente se devia. O quarto foi de repente fingir que isso não era problema seu. O quinto...vigésimo...O último que se tem notícia (com certeza, não o derradeiro) foi voltar a esse assunto admitindo o óbvio. Não, nesse caso não se aplica o "antes tarde do que nunca".

Alguns defenderam meu ceticismo quanto à Obama. Principalmente na comparação com Lula. E olha, tenho que dar razão a vocês. Para o Obama vai ser muito mais fácil se destacar, afinal, tudo é base de comparação, não é mesmo?

Lula X FHC
Obama X Bush

Covardia.

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Eu trocaria 1 dia de ansiedade por 10 de tristeza. Êta coisa ruim de sentir.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Back

Não morri, não fui exilado para lugar nenhum, não estou mais ocupado que antes, não nada. Só não escrevo nada que preste mais.

Já tenho uns 5 textos ruins salvos no meu computador que não tive coragem de compartilhar com vocês. E olha que voltei a ler. Agora, andando de ônibus (saí da Barra e trabalho no Centro agora) posso ler, ouvir música, reparar nas pessoas. Enfim, um ganho enorme de qualidade de vida.

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Um dos textos que escrevi era sobre generalizações. Numa conversa um menino disse que sem generalizar um pouco é impossível conversar direito, ter uma opinião. Outra rebateu dizendo que se for generalizar tudo nenhuma opinião tem valor real. Eu, um oposicionista fervoroso das generalizações, fiquei pensando. Realmente se formos trabalhar partindo do pressuposto que todos são exceção, não há pensamento que se sustente, não há papo de bar que evolua.

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Quero ler esse post que o Buteco Pessoal jura que Suzana postou há uma hora atrás. Tô curioso. Liberaí Suzana! Libera aí Cajibrina.



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Rápidas atrasadas:
- Tenho medo do Obama. Pra mim esse discurso de "a esperança venceu o medo" não cola. Aqui, deu no que deu.

- Fim de ano chegando. Balanços (que gosto) se fazem necessários. 2008 foi importante.

- E, claro, resoluções para 2009.

- Cara da Casa e Video preso. Meu ex-chefe pilantra deve ter soltado fogos em casa. Mas não muito alto, pra polícia não descobrir onde ele mora e aproveitar a viagem para prender dois.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Capsula de guaraná

Quando se sente o sono rotineiro de depois de almoço já na parte da manhã, o que esperar de depois do almoço?

Para previnir, muito mate. E por agora, um post no blog pra cortar o sono, já que cumprir meus afazeres de trabalho só aumenta meu sono.

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Se não houvesse histórico, biografias, Power Points reveladores ou jornais buscando os podres do passado dos candidatos a prefeito do Rio eu votaria no Eduardo Paes. Apesar de ter cara de almofadinha e patinar na argumentação ele fala com mais firmeza, transmite mais confiança.

Ouvir Gabeira falando é como ouvir alguém que acabou de sair de uma anestesia geral. Parece que não está ligado, ou decorou aquilo tudo mas tá com dificuldade de lembrar as falas. Como muito bem disse Faber, parece um frouxo!

Mudei de canal antes que isso influenciasse meu voto de maneira definitiva.

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Tá difícil ir ao cinema ultimamente. Nada que preste. Se o Festival já foi fracassado (de cinco filmes, apenas um bom) o circuito comercial não anima nem um pouco. Para terem um noção, Shrek Terceiro, no Telecine, é minha grande expectativa de filme para o mês de outubro.

Alô, teatro?!

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Não deixem de assistir os vídeos de Tina Fey e Sarah Palin no Saturday Night Live. Ter a liberdade de se falar o que se fala de um candidato a presidência nos EUA é muita maturidade política. Fora o texto que é esperto, ácido e ao mesmo tempo provoca reflexão política. Vi todos aqui.

Enquanto por aqui, a graça da sátira política era o Bussunda fazendo uma voz rouca com o dedo mindinho para trás. Afe.

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Apesar de estar com preguiça da enrolação que LOST vem fazendo há pelo menos uma temporada, ver o vídeo do promo da 5a me deixa muito empolgado. Não tem como não criar expectativas.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

A política vista de dentro

Lembram do “amigo” candidato? Pois é, não passou da candidatura mesmo. Nada muito surpreendente. Quer dizer, para mim não foi. Já para ele...

MENSAGEM AOS AMIGOS - ELEIÇÕES 2008
A data é um prenúncio. Outras eleições virão pela frente.

Sem dúvida domingo foi o dia mais triste da minha vida. Todo o trabalho acabou no telão em frente ao TRE com exatos 4617 votos.

Fui iludido pela política. Achei que seria possível entrar na polítca com uma história de luta. Com um bom trabalho no movimento estudantil. Com uma campanha que prega o fim das placas, da exploração dos sujeitos que seguram a mesma, o fim dos centros sociais, o fim da compra de voto. Acreditei que pelo menos 40% das pessoas que falavam 'eu voto em você' iam de fato votar. Com toda certeza, nem 1% votou.

“A gente se vê!’
“Me liga”
“Passa lá em casa”
“Vou votar em você”
Carioca é fogo mesmo. Fala tudo da boca pra fora.

Vi nesse tempo o absurdo que acontece na política. A forma como a mídia manipula. Fui vítima disso. Com certeza, nunca na história dessa cidade, um candidato de 4000 votos incomodou tanto. Foram diversas reportagens contra e um movimento covarde de alguns alunos e diversos professores da Faculdade que sempre fiz tudo para ajudar. Pessoas que eu nunca fiz mal.
Olha, nunca um candidato com qualquer quantidade de votos me incomodou tanto. Mas confesso que foi divertido ler os textos.

A campanha teve milhões pontos positivos. Foi um ano de trabalho com poucas noites de sono e muitas amizades. Descobri que tenho verdadeiros amigos. Pessoas que lutaram cada momento e nunca se entregaram. Que me defenderam sempre. Conheci todos os bairros e locais da cidade. Vi que na política, ao contrário do que se pensa, existem diversas pessoas de bem. Tenho certeza que escolhi o Partido certo. Pude ter certeza que tenho o melhor pai e a melhor mãe do mundo.
Milhões de pontos positivos. Já votos, só 4617.

Infelizmente, perdi. Como está difícil contar tudo que aconteceu de bom e de ruim nessa campanha, quatro frases que escutei durante a campanha resumem tudo o que vivi nesse ano:

- 'Acreditem no que eu vou falar. Tinha dois filhos. Um morreu em um acidente de carro, outro em um outro acidente na rio manilha, e vou votar em vocês por eles'

Super triste e tal. To comovido. Mas perdi a relação da perda dos filhos com a escolha do voto.

- 'Segure e guarde para sempre a oração de São Judas Tadeu. Ele vai te ajudar. Você merece vencer'

Tem que guardar pra sempre. Depois que cumprir essa missão, aí sim você vai ganhar.

- 'Cara vou te ajudar nessa. Não tem sentido dois candidatos jovens. Nós dois juntos ficamos fortes e podemos ganhar essa campanha. Não quero um centavo em troca.'

- 'Filhão, vamos embora desse lugar. Não aguento mais te ver sofrer'.

Muito obrigado a todos que me ajudaram nessa luta!!!!!

Tem um cara lá em cima que está olhando tudo isso!!! 'Vamo que vamo'!

César Maia?! Sergio Cabral?! Aécio?

Não desistam da política. A política precisa de pessoas de bem!

Foi iludido pela política, mas não larga o osso, né?

FORTE ABRAÇO!

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Imunidade ou merda

Depender dos outros é uma merda. Financeiramente, emocionalmente, fisicamente. Merda, merda e merda. Ficar suscetível às atitudes dos outros é uma merda. Eu odeio Newton e sua teoria de merda da ação e reação.

Pois a meta agora é imunidade, não-suscetibilidade, to nem aí, foda-se. Me xingou, foda-se. “Nossa como você é legal!”, foda-se. Não me afeta mais. Não me impressiono, não me decepciono, não me nada.

Meus sentimentos, agora, dependem única e exclusivamente de mim. Raiva, alegria, saudade, entusiasmo, tristeza, é por minha conta! Não me basto, mas me controlo. Cansei da escravidão de depender das atitudes de outros para definir as minhas. Alforria, liberdade, comando!